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  • ​Imersão Indústria debate desafios estruturais do país e aponta urgência de reformas  

    ​Imersão Indústria debate desafios estruturais do país e aponta urgência de reformas  

    Fotos: Sebastião Jacinto Junior
    Evento realizado em Belo Horizonte reúne especialistas e destaca impacto do Custo Brasil na competitividade nacional
    A abertura da 8ª edição do Imersão Indústria, realizada no dia 23 de abril, no BH Shopping, em Belo Horizonte, foi marcada pela fala do presidente em exercício da FIEMG, Carlos Mário, que destacou o papel estratégico do encontro para o desenvolvimento do setor produtivo. “Mais do que um evento, o Imersão Indústria é um ponto de encontro de quem constrói o presente e projeta o futuro da indústria brasileira. Um espaço criado para transformar desafios em caminhos, ideias em soluções e conexões em oportunidades reais de negócio”, afirmou.
    Em sua fala, ele reforçou a relevância do tema central desta edição. “Esse encontro ganha ainda mais força ao trazer para o centro das discussões um dos principais desafios do país: o Custo Brasil, que representa cerca de 1,7 trilhão de reais por ano, aproximadamente 20% do PIB, e afeta diretamente a competitividade, a produtividade e o crescimento das empresas. É uma realidade que impacta toda a cadeia produtiva e a sociedade como um todo”, disse. Carlos Mário também destacou o propósito do evento diante desse cenário. “É um desafio real, presente no dia a dia de quem empreende, produz e movimenta este país. E é justamente para enfrentar esse cenário que estamos aqui.”
    A cerimônia de abertura contou ainda com a participação de Douglas Cabido, representante do Sebrae Minas, que falou em nome dos apoiadores do evento, reforçando a importância da articulação entre instituições para o fortalecimento do ambiente de negócios. Na ocasião, também foi realizada a homenagem ao empresário Maurício Azeredo Roscoe, que recebeu o reconhecimento “Cidadania Corporativa” por seu legado e contribuição ao desenvolvimento do setor produtivo.
    Na sequência, o comentarista político e econômico Caio Coppolla conduziu a palestra de abertura com o tema “Custo Brasil – O país tem um encontro marcado com as reformas”. O evento, que segue até o dia 24 de abril com o tema “Custo Brasil: Quando a indústria trava, o Brasil trava”, reúne especialistas de destaque nacional, como o cientista político Professor HOC, o economista Ricardo Amorim e a jornalista Fabiana Berttotti.
    Durante a palestra, Coppolla apresentou uma análise crítica sobre o cenário brasileiro até 2026, destacando um ambiente de incerteza econômica, política e social. Entre os principais pontos, ele ressaltou que a segurança pública segue como uma das maiores preocupações da população e apontou sinais de desaceleração econômica, como a queda no consumo e o aumento do endividamento das famílias.
    No campo fiscal, o diagnóstico foi de alerta. “Em 2027, seja quem for o presidente, não governa com essas regras fiscais sem gerar dívida pública, inflação e detonar a economia”, afirmou . Ele também destacou que cenários de crise tendem a impulsionar mudanças estruturais. “Somente uma crise produz uma mudança real, quando o politicamente impossível se torna politicamente inevitável”, disse.
    No contexto político-eleitoral, a análise apresentada indica uma mudança no perfil ideológico do país, com crescimento da direita entre eleitores mais jovens e avanço em eleições municipais. A projeção apresentada aponta para uma possível mudança no comando político nacional. “Daqui a 8 meses, o Brasil será governado pela direita”, afirmou. 
    Ainda durante o evento, o economista-chefe da FIEMG, João Pio, apresentou o “Indicador de Impacto Normativo no Custo Brasil (IIN-CB)”, ferramenta inédita desenvolvida para mensurar os efeitos de leis e atos normativos sobre o ambiente produtivo nacional. Elaborado pela Gerência de Economia, em parceria com áreas técnicas, o estudo abrange o período de 2023 a 2025 e avalia 45 normas com base nos 12 eixos do Custo Brasil, combinando critérios qualitativos e monetários. O indicador busca antecipar riscos, identificar gargalos regulatórios e qualificar o diálogo com os poderes Executivo e Legislativo, contribuindo para o aprimoramento do ambiente de negócios.
    Os resultados apontam impacto líquido negativo sobre a competitividade do país, com aumento estimado de aproximadamente R$ 147 bilhões nos custos de produção, emprego e investimento no Brasil. O estudo evidencia que os efeitos adversos das normas superam os avanços, especialmente nos eixos “honrar com tributos” e “arcabouço jurídico-regulatório”, reforçando a necessidade de maior atenção à agenda regulatória. A análise também destaca que o monitoramento contínuo e o aperfeiçoamento do indicador podem orientar prioridades de reforma e contribuir para a redução estrutural do Custo Brasil. Clique aqui para conferir o estudo completo.
    O Imersão Indústria é uma realização do Sistema FIEMG, com correalização da Confederação Nacional da Indústria. O evento conta com patrocínio master da Vale e apoio master do Sebrae Minas. Usiminas e Sicoob participam como patrocinadores ouro, enquanto AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, Herculano Mineração, Bemisa e CBMM são patrocinadores prata. A iniciativa também tem parceria da J. Mendes e da Construtora Barbosa Mello, além de apoio institucional de Allya, AmpliFicar 1a1 + Cluube. Entre os apoiadores estão 98 News, Três Corações, F5 Office e Centro Universitário UNA.
    Para conferir as fotos da abertura da 8ª edição do Imersão Indústria, acesse o Flickr do Sistema FIEMG.

    Imersão Indústria

    Data: 23 a 24 de abrilLocal: BH Shopping, Piso Ouro Preto (3º andar)  – Rodovia BR-356, nº 3049, bairro BelvedereInformações: https://www.fiemg.com.br/imersao-industria/
    Denise LucasImprensa FIEMG
     

  • ​Nadim Donato é reeleito presidente do Sistema Fecomércio, Sesc e Senac em Minas Gerais  

    ​Nadim Donato é reeleito presidente do Sistema Fecomércio, Sesc e Senac em Minas Gerais  

    Nadim Donato, empresário do comércio mineiro, foi reeleito presidente do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais, Sesc e Senac para a gestão 2026/2030. 
    A eleição aconteceu nesta sexta-feira, 24 de abril de 2026, em pleito ocorrido na sede da Fecomércio MG, com a presença de 52 sindicatos filiados, sendo 48 votos a favor e 4 em branco, confirmando a satisfação de todo o empresariado do comércio de bens, serviços e turismo do estado com a administração sob o comando de Nadim Donato, que implantou importante desenvolvimento nas ações e marcas de tão conceituadas e respeitadas entidades.
    Sobre a Fecomércio MGA Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, que abrange mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. Sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o governo e a sociedade. Outra importante atribuição da Fecomércio MG é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários, empresários e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.Desde 2022, a Federação tem se destacado na agenda pública, promovendo discussões sobre a importância do setor para o desenvolvimento econômico de Minas Gerais. A Fecomércio MG trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, para defender os interesses do setor em âmbito municipal, estadual e federal. A Federação busca melhores condições tributárias para as empresas e celebra convenções coletivas de trabalho, além de oferecer benefícios que visam o fortalecimento do comércio. Com 87 anos de atuação, a Fecomércio MG é fundamental para transformar a vida dos cidadãos e impulsionar a economia mineira. 
     

  • ​OAB-MG solicita a revisão e a suspensão imediata de trechos das Resoluções SEJUSP nº 712 e 718/2026  

    ​OAB-MG solicita a revisão e a suspensão imediata de trechos das Resoluções SEJUSP nº 712 e 718/2026  

    Créditos da Foto: Gustavo Filho
    As normativas em questão estabeleceram regras consideradas excessivamente restritivas para o atendimento em unidades de segurança máxima

    A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB-MG), por meio de seu presidente, Gustavo Chalfun, reuniu-se hoje, 14 de abril, com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, para solicitar a revisão e a suspensão imediata de trechos das Resoluções SEJUSP nº 712 e 718/2026, publicada no dia 7 de abril, no Diário Oficial de Minas Gerais. A detrminação institui procedimentos e protocolos de segurança exclusivos para as Unidades de Segurança Máxima e para as unidades classificadas como níveis 4 e 5 de complexidade de gestão do sistema penitenciário mineiro.

    As normativas em questão estabeleceram regras consideradas excessivamente restritivas para o atendimento em unidades de segurança máxima, incluindo o monitoramento das conversas entre advogados e clientes e a proibição da entrada com itens essenciais ao exercício profissional, como documentos, papel e caneta. Tais medidas impactam diretamente as prerrogativas da advocacia e comprometem o pleno exercício do direito de defesa.
    Durante o encontro, a OAB-MG apresentou um ofício detalhado, acompanhado de notas técnicas que fundamentam os pedidos de revisão. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) comprometeu-se a analisar as demandas apresentadas.

    “Não podemos admitir qualquer medida que viole as prerrogativas da advocacia ou comprometa o direito de defesa do cidadão. A confidencialidade na comunicação entre o advogado e cliente é um pilar do Estado Democrático de Direito e precisa ser respeitada em sua integralidade. O nosso objetivo com essa reunião é construir uma solução equilibrada, que garanta a segurança nas unidades prisionais sem impor restrições indevidas ao exercício profissional. A advocacia não abre mão de suas prerrogativas, e seguiremos atuando de forma firme e responsável nesse diálogo com o Estado”, afirma o presidente da OAB-MG, Gustavo Chalfun. 

    Como encaminhamento, ficou definida a criação de uma mesa técnica interinstitucional. A iniciativa tem como objetivo promover o diálogo entre a Ordem e o Estado para a construção conjunta de um protocolo que assegure a segurança nas unidades prisionais, sem prejuízo às prerrogativas da advocacia.

    A OAB-MG reafirma o seu compromisso com a defesa intransigente das garantias profissionais da advocacia e com a preservação do Estado Democrático de Direito.

     

  • ​Minas Gerais amplia produção de café conilon e fortalece diversificação no campo  

    ​Minas Gerais amplia produção de café conilon e fortalece diversificação no campo  

    Programa Leite com Café em Governador Valadares. Crédito: Divulgação Sistema Faemg Senar
    Crescimento de 50% em 2025 acompanha avanço da demanda global e expansão para novas regiões do estado

    O cultivo de café conilon vem ganhando espaço em Minas Gerais e se consolidando como uma alternativa estratégica dentro da cafeicultura estadual. Em 2025, o estado colheu cerca de 584 mil sacas, registrando um crescimento de 50% em relação a 2024.

    Apesar de ainda representar uma fatia menor frente ao café arábica, o conilon é hoje a cultura cafeeira que mais cresce proporcionalmente em Minas, contribuindo para a diversificação produtiva e redução de riscos no campo.

    Expansão impulsionada por mercado e clima

    Um dos principais motores desse avanço é a crescente demanda da indústria de café solúvel, que utiliza o conilon devido ao maior rendimento de sólidos solúveis — característica essencial para cafés instantâneos e bebidas prontas.

    Segundo a analista do Sistema Faemg Senar, Ana Carolina Gomes, o crescimento é mais evidente em regiões fora do eixo tradicional do café:

    Norte de Minas
    Vale do Jequitinhonha
    Vale do Rio Doce
    Noroeste mineiro

    ┃ Essas áreas, com temperaturas mais elevadas e menor altitude, têm maior aptidão para o conilon, especialmente com uso de irrigação, explica.

    Produção cresce com apoio do mercado internacional

    O cenário global também favorece a expansão. Problemas climáticos em grandes produtores como Vietnã e Indonésia elevaram os preços internacionais, tornando o conilon mais atrativo economicamente.

    Além disso, a cultura apresenta maior estabilidade produtiva, com menor impacto da bienalidade — característica comum no café arábica.

    ┃ O conilon não substitui o arábica, ele complementa. Muitos produtores adotam sistemas híbridos para reduzir riscos e diversificar a renda, destaca a analista.

    Café solúvel puxa exportações

    O crescimento da demanda se reflete nas exportações:

    Brasil (2025):
    84,4 mil toneladas
    US$ 1,1 bilhão (+21%)
    Minas Gerais (2025):
    5,8 mil toneladas
    US$ 68 milhões (+26%)

    Principais destinos: Estados Unidos, Japão, Argentina, Leste Europeu e Sudeste Asiático.

    Área plantada e produtividade em alta

    O avanço do conilon também aparece nos indicadores produtivos:

    Área em MG (2026): 11,1 mil hectares
    Crescimento de 12% em cinco anos
    Destaque para o Leste de Minas (+67%)

    Produtividade:

    Conilon: 40 a 80 sacas/ha (podendo ultrapassar 100 com irrigação)
    Arábica: 20 a 40 sacas/ha

    Em 2025, a média mineira foi de 53 sacas/ha, com previsão de crescimento para 2026.

    Potencial de expansão é amplo

    De acordo com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), mais de 660 municípios mineiros apresentam aptidão para o cultivo de conilon, reforçando o potencial de expansão da cultura no estado.

    Desafios exigem maior tecnificação

    Apesar das oportunidades, o cultivo de conilon demanda maior nível técnico. Entre os principais desafios estão:

    Necessidade de irrigação eficiente
    Outorga de uso da água
    Manejo intensivo de podas
    Uso de mudas clonais
    Nutrição mais exigente

    Cultura ganha espaço como estratégia

    O avanço do café conilon em Minas Gerais aponta para um movimento claro: produtores buscam maior resiliência produtiva e adaptação climática, aproveitando novas oportunidades de mercado sem abandonar culturas tradicionais.

    A tendência é de crescimento contínuo, com o conilon se consolidando como peça importante no futuro da cafeicultura mineira.

     

  • ​OAB-MG garante suspensão de resoluções que restringiam atuação da advocacia no sistema prisional  

    ​OAB-MG garante suspensão de resoluções que restringiam atuação da advocacia no sistema prisional  

    Medida foi confirmada após atuação institucional da entidade junto à SEJUSP

    A OAB-MG confirmou, nesta terça-feira (15/04), a suspensão das Resoluções nº 712 e 718/2026, editadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que impunham restrições à atuação da advocacia no sistema prisional de Minas Gerais.

    A suspensão foi obtida após atuação imediata da entidade, que incluiu reunião institucional com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco.

    Restrições afetavam prerrogativas da advocacia

    As resoluções previam medidas consideradas severas pela OAB-MG, como:

    Monitoramento da comunicação entre advogados e clientes
    Restrição ao sigilo profissional
    Limitação ou impedimento do uso de instrumentos de trabalho
    Controle ampliado das interações
    Atendimento com separação física rigorosa

    Para a entidade, essas medidas comprometiam diretamente o exercício da advocacia e o direito de defesa.

    Defesa do sigilo e do direito de defesa

    Segundo a OAB-MG, as normas violavam prerrogativas fundamentais da profissão ao interferirem na confidencialidade da relação entre advogado e cliente — elemento essencial ao Estado Democrático de Direito.

    ┃ Após atuação imediata e firme da entidade, incluindo reunião institucional com o secretário Rogério Greco, foi confirmada a suspensão das medidas no que diz respeito ao exercício profissional da advocacia, afirmou o presidente da OAB-MG, Gustavo Chalfun.

    Atuação seguirá com diálogo e firmeza

    A OAB-MG destacou que continuará acompanhando o tema e atuando na defesa das prerrogativas da advocacia, mantendo o diálogo institucional, mas sem abrir mão de uma postura firme quando necessário.

    A entidade reforça que a garantia do livre exercício profissional é essencial para assegurar o direito de defesa e o funcionamento adequado do sistema de justiça.

     

  • ​Nova secretária debate rumos da Comunicação em Minas em reunião na FIEMG  

    ​Nova secretária debate rumos da Comunicação em Minas em reunião na FIEMG  

    Cássia Ximenes apresenta diretrizes da SECOM-MG e ouve demandas do setor

    A nova secretária de Estado de Comunicação Social de Minas Gerais, Cássia Amorim Ximenes de Souza, participou, no dia 14 de abril, da reunião da Câmara da Indústria da Comunicação da FIEMG, realizada na sede da entidade, em Belo Horizonte.

    Empossada em março, a secretária apresentou seus planos à frente da SECOM-MG e discutiu com representantes do setor os rumos da política de comunicação do governo estadual. Ela esteve acompanhada do subsecretário Frederico Papatella e do superintendente Thiago Angelo.

    O encontro ocorreu em formato híbrido, permitindo a participação de profissionais de diversas regiões de Minas Gerais.

    Diálogo com o setor produtivo

    O presidente da Câmara da Indústria da Comunicação da FIEMG, Rodrigo Silva Fernandes, destacou a importância do encontro como espaço de aproximação entre o governo e os veículos de comunicação.

    ┃ É uma ótima oportunidade para interação da nova secretária com veículos de todo o estado, tanto presencialmente quanto online, afirmou.

    Durante sua apresentação, Cássia Ximenes ressaltou sua trajetória profissional, que reúne experiência na mídia, atuação empreendedora e liderança em entidades representativas. Formada em Jornalismo pela PUC Minas, ela destacou o associativismo como pilar para o fortalecimento do setor.

    ┃ Quando a Comunicação se moderniza, novos desafios surgem. É por meio da construção conjunta com a cadeia produtiva que encontramos soluções, afirmou.

    Demandas do setor foram apresentadas

    Representantes de diferentes segmentos — como portais digitais, rádios, jornais impressos e mídia exterior — aproveitaram o encontro para apresentar demandas consideradas prioritárias.

    Entre os principais pontos levantados estão:

    Necessidade de adequação dos valores pagos ao mercado
    Burocracia no cadastro junto à SECOM
    Demora nos pagamentos
    Revisão da forma de compra de mídia em redes sociais, priorizando empresas nacionais
    Análise técnica da geolocalização de audiência, que pode impactar veículos estaduais

    Momento de ajuste e construção

    A reunião marcou um primeiro contato institucional entre a nova gestão da SECOM-MG e o setor de comunicação, sinalizando abertura ao diálogo e à revisão de práticas.

    O encontro reforça a expectativa de ajustes na política de comunicação estadual, com maior alinhamento às demandas do mercado e às transformações do ambiente digital.

     

  • ​Lucas Vieira assume presidência da AMM e reforça continuidade do municipalismo em Minas  

    ​Lucas Vieira assume presidência da AMM e reforça continuidade do municipalismo em Minas  

    O prefeito de Iguatama, Lucas Vieira Lopes, é o novo presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM). Ele assume o comando da entidade após a renúncia de Luís Eduardo Falcão, que deixa o cargo para se dedicar a novos desafios no cenário político estadual.

    Advogado formado pela Universidade de Itaúna, Lucas iniciou sua trajetória política com forte atuação no municipalismo. Foi eleito prefeito de Iguatama em 2020 e reeleito em 2024 com 86,36% dos votos válidos, consolidando uma gestão voltada para áreas essenciais como saúde, educação, assistência social, infraestrutura e agricultura.

    Trajetória institucional e fortalecimento regional

    Nos últimos anos, Lucas Vieira ganhou destaque no cenário estadual. Em 2022, assumiu a direção regional Centro-Oeste da AMM e passou a integrar o Conselho Fiscal do CIS-URG (Consórcio Intermunicipal de Saúde/SAMU Centro-Oeste), ampliando sua atuação na área da saúde pública regional.

    Em 2025, foi eleito 1º vice-presidente da AMM, função que o colocou à frente de agendas estratégicas em Minas Gerais, com atuação no interior do estado, em Belo Horizonte e em Brasília.

    Continuidade e compromisso com os municípios

    Ao assumir a presidência, Lucas destacou o trabalho desenvolvido por Luís Eduardo Falcão e reforçou o compromisso com a continuidade de uma gestão baseada no diálogo e na representatividade dos municípios.

    ┃ Assumo a presidência da AMM com responsabilidade e espírito público. Ao lado do presidente Luís Eduardo Falcão, acompanhei de perto um trabalho sério e comprometido com os municípios. Nossa gestão será apartidária, aberta ao diálogo e focada na construção de soluções em todas as esferas de poder, afirmou.

    Foco na escuta e nas realidades locais

    A chegada de Lucas Vieira à presidência da AMM sinaliza a manutenção de uma gestão voltada para:

    Fortalecimento do municipalismo
    Escuta ativa dos gestores
    Representatividade dos municípios
    Soluções adaptadas às diferentes realidades de Minas Gerais

    O novo presidente assume com o desafio de ampliar o protagonismo dos municípios mineiros e fortalecer sua atuação nas decisões estaduais e nacionais.

     

  • ​Presidente da AMM articula em Brasília PEC que pode ampliar repasses aos municípios mineiros  

    ​Presidente da AMM articula em Brasília PEC que pode ampliar repasses aos municípios mineiros  

    Proposta prevê até R$ 1,3 bilhão extra por ano no FPM para Minas Gerais

    Empossado no último dia 8 de abril como presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), o prefeito de Iguatama, Lucas Vieira, realizou sua primeira agenda oficial em Brasília nesta semana. O gestor participou de reunião com a bancada mineira no Congresso Nacional para solicitar apoio à inclusão da PEC 231/2019 na pauta prioritária do semestre.

    A proposta prevê a criação de um quarto repasse anual do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o que pode representar um reforço de aproximadamente R$ 1,3 bilhão por ano para Minas Gerais, a ser distribuído no mês de março. No total, a medida prevê a liberação de cerca de R$ 10 bilhões adicionais para municípios de todo o país.

    ┃ Pedimos o empenho total da bancada mineira na aprovação dessa PEC essencial para equilibrar as contas das prefeituras, afirmou Lucas Vieira após a reunião, coordenada na Câmara pelo deputado federal Igor Timo (PSD-MG).

    Articulação política e agenda institucional

    Durante a agenda na capital federal, o presidente da AMM também realizou a entrega de convites para o 41º Congresso Mineiro de Municípios, que será realizado nos dias 5 e 6 de maio, em Belo Horizonte, com expectativa de reunir mais de 10 mil participantes.

    Um dos convites foi entregue ao deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), um dos autores da proposta, que tem atuado pela sua aprovação.

    A PEC também foi discutida em reunião com o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, e deve integrar a pauta da Marcha dos Prefeitos a Brasília, prevista para ocorrer entre os dias 18 e 21 de maio.

    Impacto para os municípios

    Em seu segundo mandato como prefeito de Iguatama, município com menos de 10 mil habitantes, Lucas Vieira destacou que conhece de perto as dificuldades financeiras enfrentadas pelas pequenas prefeituras.

    A proposta busca complementar os repasses já realizados atualmente nos meses de julho, setembro e dezembro, ampliando a previsibilidade e a capacidade de investimento dos municípios.

     

  • ​Flávio Roscoe se consolida como nome ao governo de Minas e passa a ser cotado também em chapa nacional  

    ​Flávio Roscoe se consolida como nome ao governo de Minas e passa a ser cotado também em chapa nacional  

    Nome de Flávio Roscoe avança no debate sobre 2026 em Minas, com apoio de setores sociais e produtivos e passa a ser citado também em articulações nacionais do PL
    O nome de Flávio Roscoe vem ganhando espaço no cenário político mineiro como uma das alternativas em discussão para a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. Em paralelo ao avanço no debate estadual, o presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) também passou a ser citado em articulações nacionais do Partido Liberal (PL), inclusive como possível integrante de uma composição majoritária em nível federal, em cenários que cogitam uma chapa presidencial com Flávio Bolsonaro na cabeça e Flávio Roscoe como possível vice.

    Em entrevista à rádio Itatiaia, o senador Rogério Marinho (PL-RN), um dos articuladores políticos do partido, afirmou que Roscoe é um “quadro de nível nacional”, com potencial para participar tanto de disputas regionais quanto de composições em âmbito federal. Segundo o parlamentar, sua eventual participação dependerá de construção política e alinhamento partidário, podendo ocorrer em Minas Gerais ou em uma composição mais ampla.

    A filiação de Flávio Roscoe foi acompanhada por lideranças do partido, como o presidente Valdemar Costa Neto, o deputado federal Domingos Sávio, pré-candidato ao Senado por Minas, o senador Rogério Marinho e o líder da oposição na Câmara, Sóstenes Cavalcante.

    Em poucas semanas desde que colocou seu nome à disposição do PL e das diretrizes nacionais da legenda, Roscoe passou a reunir manifestações de apoio não apenas do setor produtivo, onde já exerce liderança reconhecida desde 2018, mas também de representantes da educação, da infraestrutura, do meio ambiente, da saúde, da segurança pública e de lideranças municipais em diferentes regiões do estado.

    A percepção predominante entre interlocutores ouvidos pela reportagem é a de que Roscoe chega ao centro do debate político com um diferencial específico: o de um gestor cuja trajetória pública e institucional se construiu menos no campo da retórica partidária e mais na formulação de propostas, na articulação de soluções e na condução de resultados concretos. Nesse contexto, a discussão sobre seu eventual projeto político tem sido acompanhada de uma leitura mais ampla sobre o papel da gestão pública na transformação social.

    A avaliação recorrente é a de que, em Minas Gerais, a eficiência administrativa deixou de ser apenas uma bandeira técnica para se tornar também um tema social. Em outras palavras, governar bem já não significa apenas equilibrar contas ou desburocratizar processos: significa criar condições para que crianças aprendam mais, jovens tenham acesso à formação técnica, trabalhadores encontrem oportunidades, empresas invistam, cidades se desenvolvam e serviços públicos funcionem com maior qualidade.

    Apoio extrapola a indústria e alcança setores sociais

    O apoio à presença de Roscoe no cenário político partiu, como era esperado, do meio industrial, mas não ficou restrito a ele. A reportagem ouviu representantes de sindicatos patronais, lideranças comunitárias, prefeitos, vereadores e interlocutores de áreas ligadas à educação, cultura, segurança, saúde e infraestrutura. O diagnóstico predominante foi o de que sua entrada no palco central da política mineira foi bem recebida por diferentes segmentos.

    Na educação, por exemplo, a gestão de Roscoe na FIEMG é frequentemente associada à expansão da rede SESI e SENAI em Minas Gerais. Lideranças da área apontam que o crescimento das escolas da rede, a ampliação de vagas e o fortalecimento da formação profissional produziram uma inflexão importante no debate sobre qualificação, inclusão e empregabilidade. A leitura é a de que o industrial demonstrou, nesse campo, uma visão que conecta produtividade e desenvolvimento humano, com forte dimensão social.

    Essa correlação entre gestão e impacto social tem sido um dos argumentos centrais apresentados por seus apoiadores. Para esse grupo, a boa administração não deve ser vista como um fim em si mesma, mas como instrumento de transformação da vida cotidiana. Uma escola melhor gerida reduz evasão e amplia horizontes; um sistema tributário mais racional atrai investimentos e gera emprego; uma política energética moderna reduz custos e favorece competitividade; um ambiente regulatório mais eficiente destrava obras, amplia arrecadação e acelera entregas à população.

    Pacto por Minas: base técnica de um projeto de Estado

    Embora Roscoe ainda não esteja em campanha e, portanto, não tenha apresentado formalmente um plano de governo, parte relevante das ideias hoje associadas ao seu nome já aparece em documentos, seminários e estudos elaborados sob sua liderança na FIEMG. O principal deles é o Pacto por Minas, uma agenda de desenvolvimento estadual construída com apoio de corpo técnico especializado nas áreas de economia, engenharia, gestão, infraestrutura, educação e ambiente de negócios.

    O conjunto de propostas foi concebido não como plataforma eleitoral, mas como contribuição estruturada ao desenvolvimento de Minas Gerais. Ainda assim, a densidade técnica do material e sua repercussão junto ao governo estadual, ao setor produtivo e à sociedade civil fizeram do Pacto por Minas uma referência importante do modo de pensar a gestão defendido por Roscoe.

    Um dos aspectos mais destacados dessa agenda é seu alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Isso reforça a visão de que desenvolvimento econômico e responsabilidade social não são agendas opostas, mas dimensões complementares de uma administração pública moderna.

    Educação: produtividade, inclusão e futuro

    Na área educacional, o Pacto por Minas apresenta um conjunto robusto de medidas que dialogam diretamente com os ODS 4 (Educação de Qualidade), 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), 10 (Redução das Desigualdades) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).

    Entre os principais pontos estão a ampliação da oferta de cursos profissionalizantes, a alfabetização na idade certa, o fortalecimento da gestão escolar, programas de recomposição das aprendizagens, integração entre ensino médio e formação técnica, valorização das escolas com melhores indicadores e apoio às unidades com maiores dificuldades.

    A lógica por trás dessas propostas é clara: educação de qualidade não se limita à sala de aula; ela repercute no mercado de trabalho, na renda das famílias, na produtividade das empresas e na redução das desigualdades regionais. Ao defender a expansão do ensino técnico e da formação profissional, Roscoe insere a educação no centro de uma estratégia de desenvolvimento que combina inclusão social e competitividade econômica.

    Essa visão já se refletiu na própria trajetória da FIEMG sob sua gestão. A expansão da rede SESI e SENAI, frequentemente citada por lideranças do setor, é interpretada como evidência prática de que investir em capital humano gera resultados amplos: qualifica trabalhadores, atende demandas da indústria, amplia a empregabilidade e melhora a capacidade de inserção social da população.

    Eixo trabalhista: emprego, dignidade e inclusão produtiva

    No campo trabalhista, as propostas associadas ao Pacto por Minas se conectam especialmente aos ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 10 (Redução das Desigualdades) e 1 (Erradicação da Pobreza).

    Entre as iniciativas destacadas estão a criação de um cadastro estadual de trabalhadores desempregados com mais de 50 anos e a formação de um banco de trabalhadores com deficiência. Ambas são medidas que dialogam com um problema concreto do mercado de trabalho: a dificuldade de inserção de grupos que, embora tenham experiência ou capacidade produtiva, enfrentam barreiras estruturais de contratação.

    A defesa dessas ações reforça um traço frequentemente atribuído a Roscoe por seus interlocutores: a tentativa de aproximar crescimento econômico e inclusão social. Na prática, isso significa compreender que uma política de emprego eficiente não deve olhar apenas para números agregados, mas para a qualidade da inserção profissional e para os grupos que permanecem mais vulneráveis no acesso ao trabalho.

    Nesse ponto, a boa gestão produz impacto direto sobre a vida das pessoas. Ao facilitar a conexão entre empresas e trabalhadores, ao organizar dados, ao promover qualificação e ao aproximar os sistemas de oferta e demanda, o Estado pode reduzir o desemprego, ampliar a renda e fortalecer a autonomia das famílias.

    Energia: competitividade, sustentabilidade e transição tecnológica

    Na área de energia, as propostas relacionadas à política estadual de incentivo à cadeia produtiva de minerais críticos e estratégicos e aos sistemas de armazenamento de energia dialogam com os ODS 7 (Energia Limpa e Acessível), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).

    O tema é estratégico para Minas Gerais. O estado reúne potencial mineral, capacidade industrial e posição relevante no debate sobre transição energética. Ao defender uma política orientada à cadeia de minerais críticos e soluções de armazenamento, Flávio associa a agenda econômica mineira a um setor de futuro, capaz de gerar valor agregado, atrair investimentos e inserir o estado em mercados mais sofisticados tecnologicamente.

    Além do aspecto produtivo, a pauta energética possui forte dimensão social. Sistemas mais modernos, eficientes e integrados reduzem custos sistêmicos, favorecem a competitividade das empresas e, no médio prazo, podem ampliar a capacidade de investimento em outras áreas. Energia mais estável e menos onerosa impacta diretamente a indústria, os serviços, o comércio e, por consequência, o emprego e a renda.

    Meio ambiente: segurança jurídica e desenvolvimento sustentável

    No eixo ambiental, a proposta de adequar a legislação, revisar atos normativos e atualizar termos de referência relaciona-se diretamente aos ODS 13 (Ação Climática), 15 (Vida Terrestre) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).

    A abordagem aqui não é de flexibilização descontrolada, mas de modernização regulatória com maior clareza, previsibilidade e eficiência. A leitura defendida pelos setores produtivos próximos a Roscoe é a de que insegurança jurídica e excesso de sobreposição normativa geram atrasos, travam investimentos e prejudicam tanto a economia quanto a efetividade da proteção ambiental.

    Nesse sentido, uma legislação ambiental mais clara e tecnicamente consistente pode beneficiar simultaneamente desenvolvimento e preservação. Boa gestão ambiental é aquela que reduz conflitos, melhora processos, acelera análises sem abrir mão do rigor técnico e fortalece a capacidade do Estado de fiscalizar, licenciar e planejar. Quando isso ocorre, o resultado social aparece em forma de mais investimentos, mais empregos, menor judicialização e maior equilíbrio entre crescimento e proteção de recursos naturais.

    Segurança pública e ambiente institucional

    Embora o texto-base destaque menos detalhadamente as propostas para segurança pública, a atuação de Flávio Roscoe em palestras e fóruns sobre o tema insere esse eixo na lógica mais ampla dos ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis).

    A premissa central é que desenvolvimento econômico e segurança caminham juntos. Não há ambiente de negócios sólido sem estabilidade institucional, previsibilidade e proteção à atividade produtiva. Da mesma forma, cidades mais seguras tendem a atrair investimentos, preservar empregos e melhorar a qualidade de vida.

    Ao trazer segurança para o centro do debate sobre eficiência do Estado, Roscoe se aproxima de uma visão mais integrada de gestão: o poder público não deve atuar em compartimentos isolados, mas conectar desenvolvimento, prevenção, urbanismo, educação, infraestrutura e presença institucional. Boa gestão, nesse caso, significa também capacidade de coordenação entre áreas que historicamente caminharam de forma dispersa.

    Tributário: destravar a economia para melhorar a vida real

    No campo tributário, as propostas de rever a política de substituição tributária, flexibilizar o uso de créditos acumulados de ICMS, reduzir prazos para regimes especiais, aplicar diferimento em matérias-primas importadas e criar uma página atualizável sobre o IBS se relacionam aos ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura) e 16 (Instituições Eficazes).

    Embora o tema pareça técnico, seu efeito é profundamente social. Um sistema tributário mais racional reduz custos, melhora o fluxo de caixa das empresas, amplia competitividade e favorece investimentos. Em linguagem mais direta: quando a burocracia tributária sufoca a produção, o efeito chega à ponta em forma de menos empregos, menor renda e preços maiores.

    Ao insistir na desburocratização e na racionalização fiscal, a agenda liderada por Flávio Roscoe parte do princípio de que eficiência administrativa é política pública de impacto social. Isso porque o ganho de produtividade do setor produtivo tende a se converter em expansão da atividade econômica, contratação de trabalhadores, ampliação de arrecadação e fortalecimento da capacidade do próprio Estado de investir em serviços essenciais.

    Boa gestão como política social

    A consolidação do nome de Flávio Roscoe no cenário de 2026 parece, portanto, estar associada a um discurso mais amplo do que o de simples eficiência econômica. O que emerge de sua trajetória, das propostas do Pacto por Minas e da receptividade encontrada em diferentes setores é a ideia de que boa gestão é, também, política social.

    Esse ponto é decisivo para compreender a natureza de seu crescimento político. Ao articular educação, formação técnica, inclusão no mercado de trabalho, modernização energética, revisão regulatória, racionalidade tributária e melhoria do ambiente de negócios, Flávio não apresenta apenas uma agenda empresarial. Apresenta um modelo de administração que parte da economia para alcançar o social.

    Essa visão tem sido bem recebida em um estado que convive, ao mesmo tempo, com potencial produtivo expressivo e desigualdades regionais persistentes. Para seus apoiadores, Minas precisa menos de promessas grandiosas e mais de gestão consistente, capaz de transformar planejamento em resultados concretos.

    Um nome técnico em um cenário ainda aberto

    Politicamente, a definição sobre candidatura ainda depende do PL e de suas articulações nacionais e estaduais. Flávio Roscoe permanece em fase de disponibilização de seu nome ao partido, sem formalização de campanha e sem anúncio oficial de projeto eleitoral. Ainda assim, sua presença no debate já alterou o eixo da discussão em Minas.

    Em vez de girar apenas em torno de alianças e nomes tradicionais, o cenário passou a incorporar com mais força a pauta da gestão resolutiva, da produtividade, da educação técnica, da desburocratização e da capacidade de execução.

    É nesse espaço que Flávio Roscoe vai se consolidando: como um nome que reúne apoio do setor produtivo, crescente aceitação em outros segmentos e uma narrativa pública baseada na ideia de que governar bem impacta diretamente o social, melhora a vida das pessoas e amplia as perspectivas de futuro de Minas Gerais.

    Politicamente, a definição sobre candidatura ainda depende do PL e de suas articulações nacionais e estaduais. Flávio Roscoe permanece em fase de disponibilização de seu nome ao partido, sem formalização de campanha e sem anúncio oficial de projeto eleitoral. Ao mesmo tempo, declarações recentes de lideranças nacionais da legenda indicam que seu nome também passou a ser considerado em estratégias mais amplas, incluindo possíveis composições fora do estado.

    Segundo Rogério Marinho, o partido avalia diferentes cenários para Minas Gerais e para a eleição nacional, em diálogo com lideranças como Domingos Sávio e o deputado federal Nikolas Ferreira. A definição, de acordo com o senador, deve ocorrer nas próximas semanas e pode ter repercussão no desenho dos palanques no estado.

    Em vez de girar apenas em torno de alianças e nomes tradicionais, o cenário passou a incorporar com mais força a pauta da gestão resolutiva, da produtividade, da educação técnica, da desburocratização e da capacidade de execução.

    É nesse espaço que Flávio Roscoe vai se consolidando: como um nome que reúne apoio do setor produtivo, crescente aceitação em outros segmentos e uma narrativa pública baseada na ideia de que governar bem impacta diretamente o social, melhora a vida das pessoas e amplia as perspectivas de futuro de Minas Gerais.

     

  • ​Feira da Estação realiza edição especial de Dia das Mães no SESI Museu de Artes e Ofícios  

    ​Feira da Estação realiza edição especial de Dia das Mães no SESI Museu de Artes e Ofícios  

    Fotos: Mariana Theodorica | Daniel Mansur

    Evento reúne cerca de 94 expositores, programação cultural e experiências autorais em Belo Horizonte

    A Feira da Estação chega à sua segunda edição com uma programação especial dedicada ao Dia das Mães, entre os dias 24 e 26 de abril, no SESI Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, em Belo Horizonte. Com entrada gratuita, o evento acontece na sexta e no sábado, das 10h às 19h, e no domingo, das 10h às 17h, consolidando-se como um dos encontros mais relevantes da cena criativa e autoral da capital mineira.

    Em parceria e com curadoria de Mary Arantes, a feira, que é viabilizada por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG, ocupará os espaços do prédio principal do museu e reunirá cerca de 94 expositores, entre artistas e designers que trabalham com cerâmica, bordado, obras têxteis, marcenaria, tapeçaria, moda e diversas outras técnicas artesanais. Mais do que uma mostra de produtos, a proposta é criar um ambiente de troca e conexão entre arte, memória, identidade e patrimônio, valorizando saberes manuais e ofícios tradicionais que seguem vivos na cultura brasileira.

    A programação vai além da exposição e comercialização de peças autorais. O público poderá participar de oficinas gratuitas para crianças e adultos, acompanhar bate-papos com artistas com intérprete em libras, além de aproveitar uma área gastronômica e atrações musicais. A iniciativa reforça o caráter plural e acessível da feira, ao mesmo tempo em que dialoga com um público interessado em experiências culturais qualificadas.

    A curadoria de Mary Arantes imprime à feira um olhar sensível e apurado sobre a produção artesanal. Nascida no Vale do Jequitinhonha, região reconhecida pela riqueza cultural e artesanal, Mary é criadora da marca Mary Design e do evento Quermesse da Mary. Sua trajetória é marcada pela valorização da arte popular brasileira e pela conexão entre tradição e contemporaneidade. Nesta edição, a proposta é expandir fronteiras e apresentar a potência do feito à mão em Minas Gerais e além, em um espaço que preserva e resguarda esses saberes. Programação

    A feira reúne uma seleção de artistas e criadores que apresentam trabalhos autorais em diferentes linguagens, técnicas e suportes:

    Marina RB | Artes Plásticas – Com a proposta “Plano”, a artista investiga relações entre arquitetura, filosofia e construção de futuros possíveis. A partir de reflexões sobre memória, vivência e coletividade, o trabalho propõe pensar o presente como base para a criação de novos mundos, explorando a interseção entre o subjetivo e o coletivo.Marina

    Amália | Arte Têxtil – Apresenta tapeçarias artesanais desenvolvidas com técnica de tufting em tela cristal. As peças exploram formas orgânicas, transparência e interação com o ambiente, criando diferentes percepções conforme a luz e o olhar do público.

    Rodrigo Borges | Artes Plásticas – Instalações feitas com fitas adesivas coloridas que constroem tramas, bandeiras e superfícies em diálogo com o espaço. As obras exploram a relação entre geometria, movimento e arquitetura, criando experiências visuais imersivas e mutáveis.

    Bruno Amarante | Esculturas em Cerâmica – Na série “Paisagens do Ferro”, o artista reflete sobre as transformações do território mineiro a partir da mineração. A obra articula memória, paisagem e história, trazendo referências à exploração mineral e seus impactos culturais e sociais ao longo do tempo.

    Cris Marzagão| Estúdio Trama – À frente do Estúdio Trama, apresenta mobiliários e objetos autorais que unem arte e manualidade. Peças únicas, feitas à mão, que valorizam afeto, funcionalidade e identidade nos espaços.

    Juliana Ramos | Arte Floral – A artista apresenta obras inspiradas na força feminina e na experiência da maternidade. A partir de uma paleta de tons intensos, suas criações evocam a transformação, origem e o florescimento constante das mulheres.

    Luiz Cláudio Apto03/ Exposição Moda – Com peças da coleção “Grão” (SPFW inverno 2025), o artista propõe uma reflexão sobre memória, trabalho e formação social do Brasil. A partir do ciclo do café, a obra tensiona narrativas históricas e questiona os símbolos de riqueza e progresso.

    Outras atrações Encontrinho, roda de conversa, ( espaçamento) oficinas de Flores de Crepom, de Restauração de Forma de Queijo, de Mini Carro de Boi e de Escrita Têxtil.

    SERVIÇO

    Feira da Estação – 2ª edição especial Dia das Mães
    Data: 24, 25 e 26 de abril Horário: sexta e sábado, das 10h às 19h; domingo, das 10h às 17h
    Local: SESI Museu de Artes e Ofícios – Praça Rui Barbosa, 600, Centro, Belo Horizonte
    Acessibilidade: bate-papos com intérprete em libras
    Entrada gratuita e as vagas são limitadas.
    Projeto viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CEMIG.

    Denise Lucas
    Imprensa FIEMG